Assembleia de Deus Ministério Belém
RUA FLAMINGO 239 PORTAL LARANJEIRAS CAIEIRAS – SP

CULTOS:

Terças e Quintas feiras ás 19:30

Domingo 18:00

Pastor Responsável : Adalberto Alves Pereira


Páginas

Abra seus olhos


 
 
 
 II Reis 6:8-18

Israel vivia um dos momentos mais críticos de sua história, quando o moço do profeta Eliseu acorda pela madrugada e vê toda cidade cercada pelo inimigo, ele então se desespera e pede socorro (II Rs 6:15b).
Mas através da oração do profeta Eliseu que algo sobre natural e impressionante acontece, Eliseu pede para o seu moço que ele abra o seus olhos e enxergue a vitória que o Senhor proporcionará e que Israel não seria sucumbido pelo rei da Síria (II Rs 6:17-18). Em qual situação você se encontra hoje, como esta a sua vida, você está vivendo momentos difíceis, não consegue olhar ao redor e encontrar uma saída ou a solução para o seu problema? Abra os teus olhos, Deus vai mostrar a você o meio e a estratégia de como sair dessa situação. Podemos extrair algumas lições nesse texto apresentado:

1 – Havia uma crise (v.14). Um exército cercou a cidade.  Um homem cercado pelos inimigos. Não tem sido assim em nossas vidas, muitas vezes sentimos encurralado? Num beco sem saída? Em meio a uma guerra? Sentimos sós, parece que Deus se esqueceu de nós. O rei da Síria, citado aqui no texto pode ser representado com o pecado que tão de perto nos rodeia e nos embaraça (Hb 12:1). A Bíblia nos diz para estarmos com os olhos abertos (I Pe 5:8). Como o pecado tem nos cercado, assim também problemas tem nos afligido, problemas familiares, emocionais, econômicos, de saúde etc. O momento pode ser dramático ou de sobremaneira difícil, somos hoje pessoas cercadas, encurraladas sem saída. Como Eliseu estamos cercados por todos os lados pelos inimigos que querem nos devorar.

2 – Houve o momento de desespero (v.15). O discípulo do homem de Deus se levantou muito cedo provavelmente de madrugada e saiu, e eis que um exército tinha cercado a cidade com cavalos e carros. Passamos por muitos desesperos na jornada da vida cristã, sentimos acuados em meio às dificuldades e problemas que muitas das vezes sem que quisermos são proporciona a nós, temos vários medos e achamos que vamos perecer ou até mesmo sucumbir diante das tamanhas adversidades. Muitos na hora do desespero chegam ao ponto de tentar ceifar a sua própria vida, se escondem, tentam fugir, mudam de endereço ou até mesmo mudam de igrejas e assim vai de mal a pior, acham que fazendo isso tudo vai mudar, vai ser solucionado o problema, que engano, todos esses planos na verdade na hora do desespero é uma válvula de escape que acabam em mais frustração e mais derrotas, e quando não acabam em depressões. Quando olhamos para alguns personagens Bíblicos que venceram e não se desesperaram, temos exemplos maravilhosos como, por exemplo:

Moisés – Deus lhe envia para tirar o Seu povo do Egito que estavam nas garras de Faraó, Deus permite que Moisés retire o Seu povo, só que ao mesmo tempo endurece o coração de faraó e este vem com os seus cavaleiros para aprisiona-los novamente, olhe que situação, o povo murmurando, o mar vermelho a frente e logo atrás os cavaleiros de faraó, que situação. Imagine se Moisés desesperasse com aquela situação ele com certeza como diz o ditado popular “morreria na praia”, mas o que Moisés fez, foi olhar para o Senhor e lhe pedir o socorro (Ex 14:13-15).

Davi – imaginem quando Davi foi afrontado pelos Filisteus e principalmente pelo gigante Golias, se ele tivesse olhado somente para o tamanho do problema ou do gigante e esquecido de olhar para o tamanho do seu Deus. Com certeza o povo de Israel teria perecido (I Sm 17:45).

3 – Deus sempre está presente (v.16). O profeta Eliseu no momento mais crítico e difícil responde com grande confiança: "...mais são os que estão conosco...". Jesus esta conosco todos os dias. “...porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (I Jo 4:4; Mt 28:20).

4 – Deus abre os olhos espirituais e provê o socorro (v.17). Deus responde a oração do profeta Eliseu. Quantos estão presos como um pássaro numa gaiola e não consegue ver que a porta está aberta. É necessário que o Senhor abra os nossos olhos. Só estamos vendo os problemas, infelizmente estamos com os olhos fechados, e não temos visto os milagres que o Deus das impossibilidades pode realizar por nós. (Lc 1:37). O monte estava cheio de cavalos e carros, um grande exercito de inimigos (II Rs 6:15). No meio das adversidades ali estava Deus com carros e cavalos de fogo para garantir a vitória de seu filho (II Rs 6:17c). Não pense que você está sozinho nesta luta, Jesus esta com contigo pra ti ajudar e socorrer. Deus quer nos acudir, quer nos socorrer, quer suprir as nossas  necessidades. Ele é poderoso para fazê-lo. Hoje Deus pode enviar suas carruagens de fogo para nos atender, não podemos nos esquecer de que há um grande exercito a nossa volta. (Sl 34:7; Hb 1:14).

5 – Vencemos o mal através do bem (v.18). O exército dos inimigos desceu para a peleja, para o ataque, para a batalha. Porém o homem de Deus orou e os olhos dos soldados Sírios ficaram cegos. Quando oramos ao Senhor, o mal não prevalece, não avança, pois nenhuma arma forjada contra nós prosperará. (Is 54:17). Deus nos dará sempre a vitória sobre os nossos inimigos, quando agimos conforme a Sua palavra, vencendo o mal com o bem (Pv 25:21-22; Rm 12:20-21). Assim fez o rei de Israel com os seus inimigos (II Rs 6:23).

O Senhor quer abrir os seus olhos, Ele quer operar nesta situação que você se encontra hoje, é um problema financeiro, familiar ou uma enfermidade. Qual o vale que você se encontra hoje? O Senhor quer abrir os seus olhos e com certeza você vai poder enxergar o Seu agir sobrenatural em sua vida. Tudo pode ser tornar diferente a partir de hoje, se você conseguir abrir os seus olhos e começar a enxergar o mundo espiritual. Onde está o rei da Síria? Onde estão os soldados? Onde estão os inimigos? O que você está enxergando? O Senhor quer mudar a sua visão, neste problema, nesta ameaça, nesta luta, nesta dificuldade.

Se hoje você deixar o Senhor abrir os seus olhos, você ira sair daqui como um vitorioso (a), você vai sair daqui com cabeça erguida, você vai sair confiante, pois O senhor está comigo, no que temerei (Rm 8:31). Apenas uma oração que o homem de Deus fez e que foi o suficiente para mudar a opinião daquele moço. A intervenção do Senhor muda a nossa visão, muda a maneira de como enxergamos os problemas, Deus não retirou o moço daquela situação, o discípulo de Eliseu continuou no mesmo lugar, ele simplesmente começou a enxergar o mundo espiritual, o Senhor mudou a sua história.

O rei da Síria foi vencido pelos exércitos de Deus, satanás já está derrotado, Jesus o venceu na Cruz para que você como filho de Deus seja um grande vencedor e herdeiro de todas as Suas promessas. Abra os seus olhos e comece enxergar as bênçãos que o Senhor tem proporcionado a você, a sua família e os seus negócios.
 
 

Da crise ao milagre























2 Reis 4:1-7

l) Problemas podem ser o método que Deus usa para nos fazer crescer (1 Reis 4:1; Rm. 5:3-4). É na crise que a gente cresce, amadurece e se torna mais útil para o Reino de Deus. Muitas vezes Deus permite passemos por determinadas situações para nos ensinar lições que, de uma forma, não aprenderíamos. É na hora difícil que se aprende a nadar para não morrer.

II) O milagre depende do que eu tenho. Para Deus fazer um milagre ele  não depende de muita coisa, pode ser uma botija com um pouco de azeite. O pouco na mão do Senhor pode se tornar muito (Veja o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes Jo 6).

III) O milagre pode não acontecer quando há problema de relacionamento com a vizinhança (v.3). Pede vasilhas emprestadas para os teus vizinhos. Relacionamentos quebrados impedem que Deus faça milagres em nossas vidas. Nós quebramos e reconstruímos nossos relacionamentos.

lV) O tamanho do milagre é proporcional ao tamanho da minha fé (v.3). Fé é um processo de gravidez e parto. Muitas vasilhas, muito azeite, poucas vasilhas, pouco azeite, depende de você. Se Deus disse que vai abrir a torneira aproveite e prepare bastante vasilhas.

V) A fonte do milagre é inesgotável (v.6). O azeite parou... (não acabou). Enquanto houver vasilhas o milagre continua acontecendo.

VI) No milagre houve a parte humana e a parte de Deus. Deus age por nós quando fazemos a nossa parte. Fé genuína tem que desembocar em obediência e trabalho. O que você pode fazer, Deus não faz por você.

Em tempo de crise, bata na porta certa e fale com a pessoa certa. Ainda que seu problema tenha o tamanho do Mar Vermelho ou da muralha de Jericó, creia em milagre. Nunca aceite perder aquilo que é herança do Senhor. Por maior que seja a crise, não faça negócio com o diabo.

Vencendo, mesmo no deserto

Gênesis 21:14-21

Falaremos sobre como Deus promoverá a vitória que você necessita mesmo numa situação de deserto:



1. Ele sempre terá a última resposta. O estado de seu filho Ismael de subnutrição, com sede, desfalecido, foi cortando o coração de Hagar, ao ponto do desespero entrar em sua alma, e não ver outra resposta ao seu drama, que não fosse a morte. Para Hagar, no deserto, sozinha, abandonada, só lhe restava gemer de dor, as perspectivas acabaram, não havia mais jeito, acabou, acabou… Era o grito agonizante de uma alma aflita. Mas nem tudo está perdido quando se crê em Deus, é d’Ele a última palavra. Ele tem a chave da morte e do inferno. AP 1:18,19.

2. No deserto Deus providenciará uma alternativa. Abrirá uma porta fechada. Isaías 45:1-4. Te mostrará um poço de águas vivas. Muitos dos sofrimentos que passamos nos impedem de ver que diante de nós, Deus, já proveu a bênção que tanto almejamos. O poço de águas vivas estava diante de Hagar, mas as suas lágrimas a impediam de ver. Foi assim com a mulher samaritana, e é assim que muitas vezes acontece conosco. João 4.

3. Saciará a tua sede em tuas necessidades. Isaías 41:17-20.

4. Derrotará os teus medos e inimigos. Gn 21:17,18. O deserto não será motivo de pavor e derrota. Deus te ensinará a viver em meio as lutas e a vencer todas as batalhas. Moisés viveu 40 anos no deserto e aprendeu a depender de Deus e a vencer seus inimigos. Elias sofreu depressão e angústia, no deserto, mas Deus lhe enviou socorro, comida e bebida para chegar até  o monte Horebe, na presença do Todo Poderoso. João Batista viveu a vida inteira no deserto e a vencer todo o pavor que ele representa para muitos. Jesus foi tentado no deserto por Satanás, mas Deus lhes deu a vitória.

5. Restaurará os teus sonhos e fará você viver de novo. Suas promessas serão cumpridas em tua vida. Quando Deus abrir teus olhos espirituais, restaurará os sonhos que fora perdido no deserto da vida. Gênesis 17:20.

6. Mudará a tua sorte e o teu humor. Gn 21:19; Isaías 61:3.

7. Promoverá a esperança. A tua posteridade será uma bênção. Deus havia prometido que abençoaria Ismael filho de Abraão, e assim ele o adestrou como poderoso flecheiro, para vencer os inimigos do deserto. Foi no deserto que Ismael casou e viveu, gerando uma nação de valentes e uma posteridade abençoada.

AD comemora os 80 anos do Presidente da CGADB



AD comemora os 80 anos do Presidente da CGADB Pastor José Wellington será homenageado ao lado da esposa irmã Wanda Freire que também comemora mais um aniversário

Pastor José Wellington será homenageado ao lado da esposa irmã Wanda Freire que também comemora mais um aniversárioComo Perder Barriga


 

Pastor José Wellington será homenageado ao lado da esposa irmã Wanda Freire que também comemora mais um aniversário Como Perder Barriga


O pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), esta completando 80 anos de vida. Carismático, amado por toda denominação o líder é reconhecido em todo país e no exterior. Além da presidência da convenção geral, pastor Wellington é membro do comitê mundial das ADs, presidente da AD em São Paulo (IEADSP) e da Convenção das ADs no Estado de São Paulo (CONFRADESP). Além dele, sua esposa irmã Wanda Freire da Costa, com quem esta casado há 61 anos também completa idade nova. 

 

Pastor José Wellington e sua esposa irmã Wanda Para comemorar a data tão especial, sob a direção do pastor José Wellington Costa Junior, no próximo sábado, 27 de setembro, à partir das 18h, no futuro templo-sede da AD Belenzinho que está em fase de acabamento, sito a Rua Doutor Fomm, nº. 140 com a Rua João Tobias, nº. 271, Belenzinho (SP), um grande culto em ação de graças será oferecido ao Senhor pela vida do casal que há 60 anos se dedica a Igreja do Belém. Membros da diretoria, presidentes de conselhos e comissões da CGADB; caravanas do interior do estado de São Paulo e de Mato Grosso, Rio de Janeiro e Ceará; presidentes de convenções regionais e presidentes de ministério já confirmaram presença na festa do líder das Assembleias de Deus. Cerca de 5 mil pessoas são esperadas para celebração. 

 


Batismo nas Águas





Glorias a Deus estaremos lá .

História da Bíblia



 

A Bíblia – o livro mais lido, traduzido e distribuído do mundo – desde as suas origens, foi considerada sagrada e de grande importância. E, como tal, deveria ser conhecida e compreendida por toda a humanidade. A necessidade de difundir seus ensinamentos, através dos tempos e entre os mais variados povos, resultou em inúmeras traduções para os mais variados idiomas. Hoje é possível encontrar a Bíblia, completa ou em porções, em mais de 2.527 línguas diferentes (levantamento de dez/2010).

Os Originais
Os originais da Bíblia são a base para a elaboração de uma tradução confiável das Escrituras. Porém, não existe nenhuma versão original de manuscrito da Bíblia, mas sim cópias de cópias. Todos os autógrafos, isto é, os livros originais, como foram escritos por seus autores, se perderam. As traduções confiáveis das Escrituras Sagradas baseiam-se nas melhores e mais antigas cópias que existem e que foram encontradas graças às descobertas arqueológicas.
Grego, hebraico e aramaico. Esses foram os idiomas utilizados para escrever os originais das Escrituras Sagradas.
Antigo Testamento
a maior parte foi escrita em hebraico e alguns textos em aramaico.
Novo Testamento
foi escrito originalmente em grego, que era a língua mais utilizada na época.
Para a tradução do Antigo Testamento, a SBB utiliza a Bíblia Stuttgartensia, publicada pela Sociedade Bíblica Alemã. Já para o Novo Testamento, é utilizado The Greek New Testament, editado pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Essas são as melhores edições dos textos hebraicos e gregos que existem hoje, disponíveis para tradutores.

Antigo Testamento Hebraíco
Muitos séculos antes de Cristo, os escribas, sacerdotes, profetas, reis e poetas do povo hebreu mantiveram registros de sua história e de seu relacionamento com Deus. Esses registros tinham grande significado e importância em suas vidas e, por isso, foram copiados muitas vezes, e passados de geração em geração.
Com o passar do tempo, esses relatos sagrados foram reunidos em coleções conhecidas por:
A Lei
Composta pelos livros de Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.
Os Profetas
Incluíam os livros de Isaías, Jeremias, Ezequiel, os Doze Profetas Menores, Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis.
As Escrituras
Reuniam o grande livro de poesia, os Salmos, além de Provérbios, Jó, Ester, Cantares de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas.
Esses três grandes conjuntos de livros, em especial o terceiro, não foram finalizados antes do Concílio Judaico de Jamnia, que ocorreu por volta de 95 d.C.
Os livros do Antigo Testamento foram escritos em longos pergaminhos confeccionados em pele de cabra e copiados cuidadosamente pelos escribas. Geralmente, cada um desses livros era escrito em um pergaminho separado, embora A Lei frequentemente fosse copiada em dois grandes pergaminhos. O texto era escrito em hebraico – da direita para a esquerda – e, apenas alguns capítulos, em dialeto aramaico.
Hoje se tem conhecimento de que o pergaminho de Isaías é o mais remoto trecho do Antigo Testamento em hebraico. Estima-se que foi escrito durante o século II a.C. e se assemelha muito ao pergaminho utilizado por Jesus na Sinagoga, em Nazaré. Foi descoberto em 1947, juntamente com outros documentos em uma caverna próxima ao Mar Morto.
Novo Testamento Grego
Os primeiros manuscritos do Novo Testamento que chegaram até nós são algumas das cartas do Apóstolo Paulo, destinadas a pequenos grupos de pessoas de diversos povoados que acreditavam no Evangelho por ele pregado. A formação desses grupos marca o início da igreja cristã.
As cartas de Paulo eram recebidas e preservadas com todo o cuidado. Não tardou para que esses manuscritos fossem solicitados por outras pessoas. Dessa forma, começaram a ser largamente copiados e as cartas de Paulo passaram a ter grande circulação.
A necessidade de ensinar novos convertidos e o desejo de relatar o testemunho dos primeiros discípulos em relação à vida e aos ensinamentos de Cristo resultaram na escrita dos Evangelhos que, na medida em que as igrejas cresciam e se espalhavam, passaram a ser muito solicitados. Outras cartas, exortações, sermões e manuscritos cristãos similares também começaram a circular.
O mais antigo fragmento do Novo Testamento hoje conhecido é um pequeno pedaço de papiro escrito no início do século II d.C. Nele estão contidas algumas palavras de João 18.31-33, além de outras referentes aos versículos 37 e 38. Nos últimos 100 anos descobriu-se uma quantidade considerável de papiros contendo o Novo Testamento e o texto em grego do Antigo Testamento.
Outros Manuscritos
Além dos livros que compõem o nosso atual Novo Testamento, havia outros que circularam nos primeiros séculos da era cristã, como as Cartas de Clemente, o Evangelho de Pedro, o Pastor de Hermas, e o Didache (ou Ensinamento dos Doze Apóstolos).
Durante muitos anos, embora os evangelhos e as cartas de Paulo fossem aceitos de forma geral, não foi feita nenhuma tentativa de determinar quais dos muitos manuscritos eram realmente autorizados. Entretanto, gradualmente o julgamento das igrejas, orientado pelo Espírito de Deus, reuniu a coleção das Escrituras que constituíam um relato mais fiel sobre a vida e ensinamentos de Jesus. No Século IV d.C. foi estabelecido entre os concílios das igrejas um acordo comum, e o Novo Testamento foi constituído.
Os dois manuscritos mais antigos da Bíblia em grego podem ter sido escritos naquela ocasião – o grande Codex Sinaiticus e o Codex Vaticanus. Estes dois inestimáveis manuscritos contêm quase a totalidade da Bíblia em grego. Ao todo são aproximadamente 20 manuscritos do Novo Testamento escritos nos primeiros cinco séculos.
Quando Constantino proclamou e impôs o cristianismo como única religião oficial no Império Romano, no final do Século IV, surgiu uma demanda nova e mais ampla por boas cópias de livros do Novo Testamento. É possível que o grande historiador Eusébio de Cesaréia (263–340) tenha conseguido demonstrar ao imperador o quanto os livros dos cristãos já estavam danificados e usados, porque o imperador encomendou 50 cópias para igrejas de Constantinopla. Provavelmente, esta tenha sido a primeira vez que o Antigo e o Novo Testamentos foram apresentados em um único volume, agora denominado Bíblia.
A primeira traduçao
Estima-se que a primeira tradução foi elaborada entre 200 a 300 anos antes de Cristo. Como os judeus que viviam no Egito não compreendiam a língua hebraica, o Antigo Testamento foi traduzido para o grego. Porém, não eram apenas os judeus que viviam no estrangeiro que tinham dificuldade de ler o original em hebraico: com o cativeiro da Babilônia, os judeus da Palestina também já não falavam mais o hebraico.
Septuaginta (ou Tradução dos Setenta)
Esta foi a primeira tradução. Realizada por 70 sábios, ela contém sete livros que não fazem parte da coleção hebraica, pois não estavam incluídos quando o cânon (ou lista oficial) do Antigo Testamento foi estabelecido por exegetas israelitas no final do Século I d.C. A igreja primitiva geralmente incluía tais livros em sua Bíblia. Eles são chamados apócrifos ou deuterocanônicos e encontram-se presentes nas Bíblias de algumas igrejas. Esta tradução do Antigo Testamento foi utilizada em sinagogas de todas as regiões do Mediterrâneo e representou um instrumento fundamental nos esforços empreendidos pelos primeiros discípulos de Jesus na propagação dos ensinamentos de Deus.
Outras traduções
Outras traduções começaram a ser desenvolvidas por cristãos novos nas línguas copta (Egito), etíope (Etiópia), siríaca (norte da Palestina) e em latim – a mais importante de todas as línguas pela sua ampla utilização no Ocidente. Por haver tantas versões parciais e insatisfatórias em latim, no ano 382 d.C, o bispo de Roma nomeou o grande exegeta Jerônimo para fazer uma tradução oficial das Escrituras.
Com o objetivo de realizar uma tradução de qualidade e fiel aos originais, Jerônimo foi à Palestina, onde viveu durante 20 anos. Estudou hebraico com rabinos famosos, e examinou todos os manuscritos que conseguiu localizar. Sua tradução tornou-se conhecida como “Vulgata”, ou seja, escrita na língua de pessoas comuns (“vulgus”). Embora não tenha sido imediatamente aceita, tornou-se o texto oficial do cristianismo ocidental. Neste formato, a Bíblia difundiu-se por todas as regiões do Mediterrâneo, alcançando até o Norte da Europa.
Na Europa, os cristãos entraram em conflito com os invasores godos e hunos, que destruíram uma grande parte da civilização romana. Em mosteiros, nos quais alguns homens se refugiaram da turbulência causada por guerras constantes, o texto bíblico foi preservado por muitos séculos, especialmente a Bíblia em latim na versão de Jerônimo.
Não se sabe quando e como a Bíblia chegou até as Ilhas Britânicas. Missionários levaram o evangelho para Irlanda, Escócia e Inglaterra, e não há dúvida de que havia cristãos nos exércitos romanos que lá estiveram no segundo e terceiro séculos. Provavelmente a tradução mais antiga na língua do povo desta região é a do Venerável Bede. Relata-se que, no momento de sua morte, em 735, ele estava ditando uma tradução do Evangelho de João. Entretanto, nenhuma de suas traduções chegou até nós. Aos poucos, as traduções de passagens e de livros inteiros foram surgindo.
Primeiras escrituras impressas
Na Alemanha, em meados do século 15, um ourives chamado Johannes Gutenberg desenvolveu a arte de fundir tipos metálicos móveis. O primeiro livro de grande porte produzido por sua prensa foi a Bíblia em latim. Cópias impressas decoradas à mão passaram a competir com os mais belos manuscritos. Esta nova arte foi utilizada para imprimir Bíblias em seis línguas antes de 1500 – alemão, italiano, francês, tcheco, holandês e catalão. E em outras seis línguas até meados do século 16 – espanhol, dinamarquês, inglês, sueco, húngaro, islandês, polonês e finlandês.
Finalmente as Escrituras realmente podiam ser lidas na língua destes povos. Mas essas traduções ainda estavam vinculadas ao texto em latim. No início do século 16, manuscritos de textos em grego e hebraico, preservados nas igrejas orientais, começaram a chegar à Europa ocidental. Havia pessoas eruditas que podiam auxiliar os sacerdotes ocidentais a ler e apreciar tais manuscritos.
Uma pessoa de grande destaque durante este novo período de estudo e aprendizado foi Erasmo de Roterdã. Ele passou alguns anos atuando como professor na Universidade de Cambridge, Inglaterra. Em 1516, sua edição do Novo Testamento em grego foi publicada com seu próprio paralelo da tradução em latim. Assim, pela primeira vez, estudiosos da Europa ocidental puderam ter acesso ao Novo Testamento na língua original, embora, infelizmente, os manuscritos fornecidos a Erasmo fossem de origem relativamente recente e, portanto, não eram completamente confiáveis.
Descobertas arqueológicas
Várias foram as descobertas arqueológicas que proporcionaram o melhor entendimento das Escrituras Sagradas. Os manuscritos mais antigos que existem de trechos do Antigo Testamento datam de 850 d.C. Existem partes menores bem mais antigas como o Papiro Nash do segundo século da era cristã. Mas sem dúvida a maior descoberta ocorreu em 1947, quando um pastor beduíno, que buscava uma cabra perdida de seu rebanho, encontrou por acaso os Manuscritos do Mar Morto, na região de Jericó.
Durante nove anos, vários documentos foram encontrados nas cavernas de Qumran, no Mar Morto, constituindo-se nos mais antigos fragmentos da Bíblia hebraica que se têm notícias. Escondidos ali pela tribo judaica dos essênios no século I, nos 800 pergaminhos, escritos entre 250 a.C. a 100 d.C., aparecem comentários teológicos e descrições da vida religiosa deste povo, revelando aspectos até então considerados exclusivos do Cristianismo.
Estes documentos tiveram grande impacto na visão da Bíblia, pois fornecem espantosa confirmação da fidelidade dos textos massoréticos aos originais. O estudo da cerâmica dos jarros e a datação por carbono 14 estabelecem que os documentos foram produzidos entre 168 a.C. e 233 d.C.
Destaca-se, entre estes documentos, uma cópia quase completa do livro de Isaías, feita cerca de 100 a.C. Especialistas compararam o texto dessa cópia com o texto-padrão do Antigo Testamento hebraico (o manuscrito chamado Codex Leningradense, de 1008 d.C.) e descobriram que as diferenças entre ambos eram mínimas.
Outros manuscritos também foram encontrados neste mesmo local, como fragmentos de um texto do profeta Samuel, textos de profetas menores, parte do livro de Levítico e um targum (paráfrase) de Jó.
As descobertas arqueológicas, como a dos manuscritos do Mar Morto e outras mais recentes, continuam a fornecer novos dados aos tradutores da Bíblia. Elas têm ajudado a resolver várias questões a respeito de palavras e termos hebraicos e gregos, cujo sentido não era absolutamente claro. Antes disso, os tradutores se baseavam em manuscritos mais “novos”, ou seja, em cópias produzidas em datas mais distantes da origem dos textos bíblicos.

Histórico da Escola Dominical

A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore
A história da Escola Dominical


Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos.

Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime.

A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um pólo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos.

Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer?

Por um futuro melhor

Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente.

Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No editorial seguinte, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo, através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho.

O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã.

Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas.

As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço.

Movimento mundial

No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas alturas algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia.

As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados.

A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança.

A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos”, contou a história de Jonas, mais com gestos,do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Ela viu tantas crianças pelas ruas que seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil.

Com o passar do tempo, aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil.

No mundo há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres e analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo.


Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembleia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)


A CPAD e a Escola Dominical



A CPAD tem uma trajetória marcante na Escola Dominical das igrejas brasileiras. As primeiras revistas começaram a ser publicadas em forma de suplemento do primeiro periódico das Assembleias de Deus – jornal Boa Semente, que circulou em Belém, Pará, no início da década de 20. O suplemento era denominado Estudos Dominicais, escritos pelo missionário Samuel Nystrom, pastor sueco de vasta cultura bíblica e secular, e com lições da Escola Dominical em forma de esboços, para três meses. Em 1930, na primeira convenção geral das Assembleias de Deus realizada em Natal (RN) deu-se a fusão do jornal Boa Semente com um outro similar que era publicado pela igreja do Rio de Janeiro, O Som Alegre, originando o MENSAGEIRO DA PAZ. Nessa ocasião (1930) foi lançada no Rio de Janeiro a revista Lições Bíblicas para as Escolas Dominicais. Seu primeiro comentador e editor foi o missionário Samuel Nystrom e depois o missionário Nils Kastberg.

Nos seus primeiros tempos a revista Lições Bíblicas era trimestral e depois passou a ser semestral. As razões disso não eram apenas os parcos recursos financeiros, mas principalmente a morosidade e a escassez de transporte de cargas, que naquele tempo era todo marítimo e somente costeiro; ao longo do litoral. A revista levava muito tempo para alcançar os pontos distantes do país. Com a melhora dos transportes a revista passou a ser trimestral.

Na década de 50 o avanço da CPAD foi considerável. A revista Lições Bíblicas passou a ter como comentadores homens de Deus como Eurico Bergstén, N. Lawrence Olson, João de Oliveira, José Menezes e Orlando Boyer. Seus ensinos seguros e conservadores, extraídos da Bíblia, forjaram toda uma geração de novos crentes. Disso resultou também uma grande colheita de obreiros para a seara do Mestre.

As primeiras revistas para as crianças só vieram a surgir na década de 40, na gestão do jornalista e escritor Emílio Conde, como editor e redator da CPAD. A revista, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito, era o primeiro esforço da CPAD para melhor alcançar a população infantil das nossas igrejas. Tempos depois, o grande entusiasta e promotor da Escola Dominical entre nós, pastor José Pimentel de Carvalho, criou e lançou pela CPAD uma nova revista infantil, a Minha Revistinha , que por falta de apoio, de recursos, de pessoal, e de máquinas apropriadas, teve vida efêmera.

Usava-se o texto bíblico e o comentário das Lições Bíblicas (jovens e adultos) para todas as idades. Muitos pastores, professores e alunos da Escola Dominical reclamavam das dificuldades insuperáveis de ensinar assuntos sumamente difíceis, impróprios e até inconvenientes para os pequeninos.


Escola Bíblica no Rio de Janeiro, em abril de 1946






Na década de 70 acentuava-se mais e mais a necessidade de novas revistas para a Escola Dominical, graduadas conforme as diversas faixas de idade de seus alunos. Isto acontecia, principalmente, à medida que o CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), lançado pela CPAD em 1974, percorria o Brasil.
Foi assim que, também em 1974, com a criação do Departamento de Escola Dominical (atual Setor de Educação Cristã), começa-se a planejar e elaborar os diversos currículos bíblicos para todas as faixas etárias, bem como suas respectivas revistas para aluno e professor, e também os recursos visuais para as idades mais baixas.
O plano delineado em 1974 e lançado na gestão do pastor Antônio Gilberto, no Departamento de Escola Dominical, foi reformulado e relançado em 1994 na gestão do irmão Ronaldo Rodrigues, Diretor Executivo da CPAD, de fato, só foi consumado em 1994, depois que todo o currículo sofreu redirecionamento tendo sido criadas novas revistas como as da faixa dos 15 a 17 anos e as do Discipulado para novos convertidos, desenhados novos visuais, aumentado a quantidade de páginas das revistas de alunos e mestres e criado novo padrão gráfico-visual de capas e embalagem dos visuais.

Após duas edições das revistas e currículos (1994 a 1996 e 1997 a 1999), a CPAD apresentou em 2000, uma nova edição com grandes novidades nas áreas pedagógicas, gráficas e visuais.
Em 2007, mais uma vez a CPAD sai na frente com a publicação do novo currículo (vigente) — fundamentado nas atuais concepções e pressupostos da Didática, Pedagogia e Psicologia Educacional.





Missionário Eurico Bérgsten e esposa


Missionário Samuel Nyström



 
 

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