Assembleia de Deus Ministério Belém
RUA FLAMINGO 239 PORTAL LARANJEIRAS CAIEIRAS – SP

CULTOS:

Terças e Quintas feiras ás 19:30

Domingo 18:00

Pastor Responsável : Renato Apolinario


Páginas

Governador do estado de SP recebe Comitê Organizador da 24ª Conferência Mundial Pentecostal


Governador do estado de SP recebe Comitê Organizador da 24ª Conferência Mundial Pentecostal
Evento acontecerá na capital paulista de 07 a 10 de setembro de 2016
O Governador do Estado de São Paulo, Dr. Geraldo Alckmin recebeu, nesta quarta, dia 26, o presidente do Comitê Organizador da 24ª Conferência Mundial Pentecostal, que se dará em São Paulo no próximo ano, pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e outros membros da diretoria do Comitê.
Com reuniões a serem realizadas no futuro templo-sede da Assembleia de Deus em São Paulo – Ministério do Belém (IEADSP) e uma grande concentração no Campo de Marte, que em 1997, reuniu mais de 130 delegações de vários países e mais de um milhão de pessoas, o encontro dos pentecostais no Brasil acontecerá de 07 a 10 de Setembro de 2016.
A reunião com o governador intermediada pela deputada estadual Marta Costa, membro da Assembleia de Deus na capital paulista foi para acertar detalhes sobre o evento.
A Conferência é organizada pelo Pentecostal World Fellowship e é uma celebração trienal, é um evento que reúne a família pentecostal de todo o mundo para trabalhar no avanço da missão e propósitos do Pentecostal Fellowship. A diretoria do comité organizador da 24ª CMP é composta pelos líderes, Bispo Elisiário A. dos Santos – Igreja Metodista Wesleyana; Pr. Jackson Luvizotto – Igreja do Evangelho Quadrangular; Bispo Expedito Ferreira de Melo – Igreja de Deus no Brasil; Pr. Leonardo Meyer – Igreja Unida; Dr. L. Aguiar Valvassoura – Igreja do Nazareno (Campinas) e pastor Joel Freire da Costa, presidente da AD Ministério do Belém nos Estados Unidos.
Sob o tema “Pentecostes Chama Viva” os pentecostais do mundo já estão orando para um grande mover do Espírito Santo em nossa nação.
Além da irmã Marta, os deputados Carlos Cézar e Celso Nascimento participaram do encontro.

Escola Dominical 4° Trimestre 2015




Todas as Coisas Estudos sobre o Livro de Gênesis.
Comentário das lições será feito por: Pr. Claudionor de Andrade

Sumário: 

1- Gênesis, o Livro da Criação Divina
2- A Criação dos Céus e da Terra
3- E Deus os Criou Homem e Mulher
4- A Queda da Raça Humana
5- Caim Era do Maligno
6- O Impiedoso Mundo de Lameque
7- A Família que Sobreviveu ao Dilúvio
8- O Início do Governo Humano
9- Bênção e Maldição na Família de Noé
10- A Origem da Diversidade Cultural da Humanidade
11- Melquisedeque Abençoa Abraão
12- Isaque, o Sorriso de uma Promessa
13- José, a Realidade de um Sonho

A Cadeira Vazia















Era uma singela igreja, frequentada por moradores da região daquele distante bairro de Londres.

Os anos se passavam e o pequeno grupo se mantinha constante nas reuniões, ocupando sempre os mesmos lugares.

Foi por isso mesmo muito fácil ao pastor descobrir certo dia, uma cadeira vazia. Estranhou, mas logo esqueceu. Na semana seguinte, a mesma cadeira vazia lá estava e ninguém soube informar o que estava acontecendo. Na terceira ausência, o pastor resolveu visitar o faltoso.

No dia frio, foi encontrá-lo sentado, muito confortável, ao lado da lareira de sua casa, a ler.

Você está doente, meu filho? Perguntou. A resposta foi negativa. Ele estava bem.

Talvez estivesse atravessando algum problema, ousou falar o pastor, preocupado.

Mas estava tudo em ordem. E o homem foi explicando que simplesmente deixara de comparecer. Afinal, ele frequentava o culto há mais de vinte anos.

Sentava na mesma cadeira, pronunciava as mesmas orações, cantava os mesmos hinos, ouvia os mesmos sermões. Não precisava mais comparecer. Ele já sabia tudo de cor.

O pastor refletiu por alguns momentos. Depois, se dirigiu até à lareira, atiçou o fogo e de lá retirou uma brasa.

Ante o olhar surpreso do dono da casa, colocou a brasa sobre a soleira de mármore, na janela.

Longe do braseiro, ela perdeu o brilho e se apagou. Logo, era somente um carvão coberto de cinza.

Então o homem entendeu. Levantou-se de sua cadeira, caminhou até o pastor e falou: tudo bem, pastor, entendi a mensagem.

E voltou para a igreja.

Todos nós somos brasas no braseiro da fé. Se mantemos regular freqüência ao templo religioso, estudando e trabalhando, nos conservamos acesos e quentes.

Mas, exatamente como fazem as brasas, é preciso estender o calor. Assim, acostumemos a não somente orar, pedir e esperar graças. Iluminados pelo evangelho de Jesus, nos disponhamos a agir em favor dos nossos irmãos.

Como as brasas unidas se transformam em um imenso fogaréu, clareando a escuridão e aquecendo as noites frias, unidos aos nossos irmãos de ideal, poderemos estabelecer o calor da esperança em muitas vidas.

Abrasados pelo amor a Jesus, poderemos transformar horas monótonas em trabalho no bem. A simples presença passiva na assembléia da nossa fé em um dinâmico trabalho de promoção social, beneficiando a comunidade.

Pensemos nisso e coloquemos mãos à obra.

Pensamento Clarificados pela mensagem do cristo, espalhemos calor nas planícies geladas da indiferença, da soledade e da necessidade.

Procuremos a dor onde ela se esconda e a envolvamos nos panos quentes da nossa dedicação.

Estendamos o brilho da esperança nas vidas amarfanhadas dos que nunca conseguiram crer em algo que estivesse além do alcance dos seus sentidos físicos.

Tornemo-nos brasas vivas, fazendo luz onde estejamos, atuando e servindo em nome de Jesus.

FUGIR DA COREIA DO NORTE ESTÁ CADA VEZ MAIS DIFÍCIL





Relatório mostra que o número de desertores tem caído nos últimos anos

O Ministério da Unificação da Coreia do Sul divulgou um relatório no final de julho dizendo que o número de desertores da Coreia do Norte caiu ligeiramente no último ano.
Ao avaliar o documento, o analista da Portas Abertas, Daniel, esclareceu que a diminuição de desertores é resultado do regime opressor que aumentou o monitoramento na fronteira chinesa.
“Esses dados são tendenciosos. O número de desertores atingiu o pico em 2009 e, em seguida, diminuiu, estabilizando um pouco abaixo de 1.500 em 2014. A razão parece ser óbvia, é que o regime intensificou os esforços para monitorar a fronteira chinesa. Desertar se tornou muito mais perigoso e complicado”, disse ele.
Outra explicação para essa diminuição no número de desertores seria a situação econômica do país.  “Embora seja verdade que a oferta de alimentos esteja bem reduzida, e que há milhões de cidadãos subnutridos, a situação econômica parece estar melhorando levemente, dando aos desertores menos razão para fugir do país”.
Independente disso, a Coreia do Norte é ainda um país perigoso para os cristãos.  “Eles continuam a ser vistos como inimigos do Estado e o regime político continua com as restrições de sempre. Desde que Kim Jong Un chegou ao poder, o que temos testemunhado são sofrimentos contínuos”, afirma Daniel.

PROCURAM-SE PREGADORES COMO PAULO




Paulo trabalhava de dia e de noite, até cansar, a fim de garantir seu sustento (1 Co 4.12). E, em vez de ser aplaudido — como certos pregadores que são convidados para programas de entrevistas para fazer os telespectadores rirem —, ele era injuriado, caluniado e considerado o pior tipo de pessoa do mundo. O que fazia ele diante disso? Ele não revidava, mas dizia: “somos blasfemados e rogamos; até ao presente, temos chegado a ser como o lixo deste mundo e com a escória de todos” (v. 13). E não era um super pregador. Em diversas ocasiões, foi esbofeteado e não tinha moradia certa ou casa própria; e também passou fome, sede e nudez (1 Co 4.11; Fp 4.10-13).

Ele enfrentou a morte várias vezes. Em alguns momentos, chegou a pensar que a sua hora de partir havia realmente chegado (2 Co 1.8,9), pois passou por constantes sofrimentos e angústias por causa das igrejas e de seus membros, individualmente. Ele se preocupava tanto com eles, a ponto de lhes dizer: “em muita tribulação e angústia do coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que vos entristecêsseis, mas para que conhecêsseis o amor que abundantemente vos tenho” (2.4).
Às vezes, Paulo gostava de apresentar seu curriculum vitae. Mas o que mais valorizava não era seu cabedal como fariseu e sua fama no judaísmo. Ele gostava de fazer menção das suas aflições, privações e angústias, além dos açoites, prisões, tumultos, vigílias e jejuns em prol da obra do Senhor (2 Co 6.4-10). No seu currículo constavam também os açoites recebidos dos judeus pelo menos cinco vezes! E não somente isso. Ele lembrava os seus irmãos em Cristo de que fora fustigado com varas três vezes, sofrera três naufrágios, um apedrejamento, perigos de salteadores e assassinos, etc. (11.23-29).

Muitos pregadores que querem viver como celebridades realmente não devem apreciar a vida de Paulo, que vivia sob constante ameaça de morte, sendo considerado um espetáculo para o mundo, um louco, desprezível e fraco (1 Co 4.9,10). Ao contrário dos animadores de auditório, pregadores malabaristas e milagreiros, Paulo era avesso à ideia de ter um fã-clube. E, por isso, evitava a ostentação e o emprego de linguagem rebuscada em suas ministrações, pregando somente a Cristo crucificado e evitando batizar muitas pessoas (1 Co 1.14-23; 2.1-5). Ele não queria que as pessoas se agregassem à igreja por causa de seus talentos e erudição, e sim pelo poder do evangelho (1 Ts 1.5).

O pregador Paulo passou muitas privações, tendo de trabalhar arduamente para não ser pesado às igrejas; e a responsabilidade de cuidar delas pesava constantemente sobre seus ombros. Não obstante, ele relutava em receber oferta das igrejas para não dar motivo para o acusarem de ser mercenário. “Pequei, porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus?”, disse ele, ao se opor aos falsos apóstolos que exploravam a igreja de Corinto (2 Co 11.7-9). Paulo não vivia da “itinerância”, ao contrário de muitos, hoje, que reivindicam isso e até afirmam que a pregação itinerante é uma profissão como qualquer outra. Ele trabalhava para se sustentar, visto que muitos criticavam os pregadores que viviam do evangelho e diziam erroneamente que eles não tinham o direito de receber sustento da igreja (1 Co 9.1-12).

É evidente que, a despeito de pregadores e ensinadores que se prezam não exigirem cachê para expor a Palavra, bem-aventurada é a igreja que reconhece e honra os ministros do Senhor. O Mestre dos mestres, Jesus Cristo, inclusive, disse: “qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão” (Mc 9.41). Paulo se recusava a receber salário e até algumas ofertas das igrejas — mesmo sabendo que “Digno é o obreiro do seu salário” (1 Tm 5.18) — para evitar o falatório e tudo que pudesse pôr em dúvida o seu objetivo de pregar a Cristo. Quantos pregadores, hoje, estão dispostos a trabalhar para sustentar a família e se dedicar de graça, sem nada exigir, à pregação do evangelho?

Paulo era um pregador muito diferente, desapegado do dinheiro e de qualquer tipo de conforto (1 Co 9.15-18). Preocupado com a aparência do mal, tinha uma conduta irrepreensível, mantendo sob controle seus desejos carnais (vv. 25-27; 1 Ts 5.22). Ele também apresentava como motivo de glória e honra o modo como, certa vez, fugiu dos seus perseguidores em Damasco: “fui descido num cesto por uma janela da muralha; e assim escapei das suas mãos” (2 Co 11.30-33). E lutava diariamente com um doloroso espinho na carne, que o abatia, mantendo-o em constante oração e comunhão com Deus. Quando ele se sentia fraco, então estava forte, confiante no que o Senhor lhe dissera: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (12.7-10).

O pregador Paulo tomava muito cuidado para não torcer a mensagem do evangelho (Gl 1.6-8). Ele não andava com astúcia, nem procurava enganar seus ouvintes para tirar proveito financeiro deles (2 Co 4.1,2). E jamais massageou egos de crentes ou descrentes com mensagens de autoajuda. O seu compromisso era com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra. Ele vivia como um condenado à morte, levando em seu corpo as marcas do Senhor Jesus (Gl 6.17), bem como suportando calúnias e injúrias, sofrimentos e provações, privações e perseguições (2 Co 4.7-15). Seus pés estavam na terra, mas sua cabeça já estava no céu. Ele não priorizava riquezas, propriedades e bens. Seu alvo era a glória celestial, as coisas invisíveis e eternas reservadas aos santos e fiéis (vv. 16-18).

Como pregador itinerante, Paulo tinha compromisso com a Palavra de Deus e era cheio do Espírito (At 13-16). Ele tinha conhecimento das Escrituras, e a graça do Senhor estava sobre a sua vida. Não há como dissociar a Palavra de Deus do Deus da Palavra. Por isso, fico preocupado quando ouço pregadores dizendo que o seu compromisso com Deus está acima de seu compromisso com as Escrituras. Isso é impossível. Quem ama a Deus de verdade guarda a sua Palavra (Jo 14.23)

SILVIO SANTOS DIZ QUE É DA TRIBO DE LEVI EM VISITA AO TEMPLO DE SALOMÃO





A visita do dono do SBT ao templo foi destaque na programação de domingo da Rede Record
O apresentador Silvio Santos é judeu e afirmou durante sua visita ao Templo de Salomão que é descendente da tribo de Levi. A declaração foi exibida na reportagem do Domingo Espetacular do último domingo (2).
“Sou Abravanel, quer dizer, sou da tribo de Levi. Pelo menos os rabinos sempre me disseram isso. Se eles me tapearam, tudo bem. Pode ser que quiseram ser agradáveis e disseram que eu era da tribo de Levi, que eram os mais importantes”, disse o dono do SBT.
A visita de Silvio Santos ao Templo de Salomão era aguardada desde a inauguração da megaigreja, isso em julho de 2014, mas o empresário esperou para que pudesse conhecer o local com tranquilidade.
“Eu não quis vir, tinha muita gente e eu gosto muito de tranquilidade”, disse ele que estava acompanhado de sua esposa, Iris Abravanel. “A minha mulher já veio duas vezes, mas eu tinha vontade de conhecer. Sem dúvidas eu viria de qualquer forma, mesmo se ele não me convidasse”.
O bispo Edir Macedo e sua esposa, Ester Bezerra, estiveram acompanhando o casal Abravanel nessa visita ao Templo de Salomão. Juntos, eles conheceram todas as áreas e escutaram a explicação do guia sobre a história de Israel e dos hebreus.
Silvio Santos voltou a elogiar o trabalho de Macedo e da Igreja Universal do Reino de Deus citando que já acompanhou algumas pregações do líder religioso.
“Uma das frases que eu ouvi suas e que ficou marcante para mim é: ‘Você vai ao médico, ele diz que você está com câncer, te manda fazer todos os exames, e você faz os exames. Ele te diz que você vai morrer, mas isso não pode ser uma total verdade. Porque o médico não é maior do que Deus'”, relembra Silvio.
O dono do SBT também comenta sobre a pregação dos pastores evangélicos: “Eu acho que a pregação dos pastores e a Bíblia saindo da teoria e sendo colocada em prática é a melhor mensagem que Deus pode dar a todos nós que estamos vivendo aqui no planeta”.
Edir Macedo concordou com Silvio. “Você falou tudo”. A reportagem mostrou que mesmo sendo donos de emissoras concorrentes, os dois empresários possuem um relacionamento de respeito.
“Todos deveríamos nos unir para que nós pudéssemos alcançar melhores resultados. Seria muito melhor do que um ficar digladiando contra o outro. Besteira isso”, disse o dono do SBT ao esclarecer o bom relacionamento entre ele e o dono da Rede Record.

A águia e seus filhotes





Na vida há um momento em que é chegada a hora de deixar nossos ninhos e aprendermos a voar em busca de novos horizontes...

Boa leitura...

A Águia empurra gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho.
Seu coração maternal se acelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que ela sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cutucões: “Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?”, ela pensou.
Esta questão secular ainda não estava respondida para ela…
Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no alto de um pico rochoso, nas fendas protetoras de um dos lados dessa rocha.
Abaixo dele, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. “E se justamente agora isto não funcionar?”, ela pensou.
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a se completar.
Restava ainda uma tarefa final… O empurrão.
A águia tomou-se da coragem que vinha de sua sabedoria interior.
Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para sua vida.
Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer uma águia.
O empurrão era o maior presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.
E então, um a um, ela os precipitou para o abismo… E eles voaram!…
Já faz muito tempo que a mediocridade tenta fazer-nos obedecê-la! Já faz muito tempo que damos atenção aos que nos perguntam: “Por que ser diferente?”, ou que racionalizam: “Vamos fazer apenas o mínimo exigido”.
Já faz muito tempo que concordamos em dar menos do que o melhor de nós, e ficamos convencidos de que a qualidade, a integridade e a autenticidade são virtudes negociáveis.
Assim, cara águia companheira, levante voo! Quando houver terminado este voo, terá firmado um compromisso inédito com uma vida de excelência em tudo.
Estará tão encorajado que duvido que possa sentir-se satisfeito em viver nas adjacências da mediocridade outra vez.
E por que deveríamos satisfazer-se lá embaixo? Erga os olhos e mire tão alto que possa começar a fazer aquilo para que foi criado: Um voo sublime.
Há milênios a águia tem sido respeitada pela sua grandeza.
Existe algo inspirador na graça impressionante de seu voo, em sua magnífica envergadura, em suas garras poderosas.
Ela plaina sem qualquer esforço em altitudes, insensíveis aos ventos turbulentos que sopram como chicotadas por entre as fendas das montanhas.
As águias não voam em bandos e tampouco se conduzem irresponsavelmente.
Por serem fortes de coração e solitárias, representam qualidades que admiramos.
Certamente você está ciente do fato de o estilo de vida semelhante ao da águia não ser barato. Custa caro ser diferente, especialmente quando a maioria está satisfeita em misturar-se e permanecer como maioria.
Não há ímãs na terra mais poderosos, do que a pressão exercida pelos medíocres.
Embora todos nós tenhamos apenas uns poucos anos para viver neste pequeno planeta, são raras as pessoas que tomam a decisão de desprezar a “Média” e lutar contra a atração forte dos ímãs medíocres.
Enfrente o fato, a tarefa é dura! é como diz o velho provérbio “É duro alçar voo altaneiro, sublime, quando estamos rodeados de tantas pessoas com medo de alçar voo!”…